Arquivo para Abril, 2008

Proclamação da República Brasileira

A Proclamação da República Brasileira é o evento, na História do Brasil, que instaurou o regime republicano no país, derrubando a Monarquia. Ocorreu dia 15 de novembro de 1889 no Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, na praça da Aclamação (hoje Praça da República), quando um grupo de militares do Exército brasileiro, liderados pelo comandante marechal Deodoro da Fonseca, deu um golpe de estado e depôs o imperador D. Pedro II. Institui-se então a República, sendo nessa data que o jurista Rui Barbosa assinou o primeiro decreto do novo regime, instituindo um governo provisório.

Na tentativa de reduzir a oposição, cada vez maior, o ministro Afonso Celso de Assis Figueiredo, o Visconde de Ouro Preto, elaborou em meados de 1889 um programa de reformas, que incluía: liberdade de culto, autonomia para as províncias, mandatos limitados (não-vitalícios) no Senado, liberdade de ensino, redução das prerrogativas do Conselho de Estado, entre outras medidas. As propostas de Ouro Preto visavam preservar a Monarquia, mas foram vetadas pela maioria conservadora que constituía a Câmara dos Deputados.

O governo do Império tinha perdido suas bases econômicas, militares e sociais. Porém, as idéias republicanas não tinham ainda grande penetração popular, mesmo às vésperas da proclamação do novo regime. O povo estava descrente da Monarquia, mas não havia, na época, uma crença generalizada na República, como assinala o historiador Oliveira Viana. Por isso, o movimento de 15 de novembro de 1889 não teve participação popular. O povo assistiu, sem tomar parte, à proclamação da república.

No Rio de Janeiro, os republicanos insistiram com o marechal Deodoro da Fonseca, para que ele chefiasse o movimento revolucionário que substituiria a monarquia pela república. Depois de muita insistência dos revolucionários, Deodoro concordou em liderar o movimento.

O golpe militar que estava prevista para 20 de novembro de 1889, teve de ser antecipado. No dia 14, divulgou-se a notícia (que posteriormente revelou-se falsa) de que era iminente a prisão de Benjamin Constant Botelho de Magalhães e Deodoro da Fonseca. Por isso, na manhã do dia 15 de novembro, Deodoro iniciou o movimento que pôs fim ao regime imperial.

Os revoltosos ocuparam o quartel-general do Rio de Janeiro e depois o Ministério da Guerra. Depuseram o Ministério e prenderam seu presidente, Afonso Celso de Assis Figueiredo, Visconde de Ouro Preto. Na tarde do mesmo dia 15, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, foi solenemente proclamada a República.

Dom Pedro II, que estava em Petrópolis, retornou ao Rio. Pensando que o objetivo dos revolucionários era apenas substituir o Ministério, o imperador tentou ainda organizar outro, sob a presidência do conselheiro José Antônio Saraiva. No dia seguinte, o major Frederico Sólon Sampaio Ribeiro entregou a Dom Pedro II uma comunicação, cientificando-o da proclamação do novo regime e solicitando sua partida para o estrangeiro.

Deixe um comentário »

Tim Maia

Tim Maia, nascido Sebastião Rodrigues Maia (Rio de Janeiro, 28 de setembro de 1942Niterói, 15 de março de 1998) foi um cantor e músico brasileiro. Alcançou o sucesso a partir da década de 1970 e tornou-se um dos mais influentes cantores brasileiros. Morreu vítima de uma infecção generalizada, após a tentativa de um show em condições de saúde debilitada.

Deixe um comentário »

Ives Gandra é um dos advogados que defendem os interesses da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A instituição, que se opõe às pesquisas com células-tronco embrionárias, enviou aos ministros do Supremo Tribunal Federal um manifesto pedindo que esse tipo de estudo seja proibido no Brasil. Em linhas gerais, Gandra defende que os seres humanos não devem ser transformados em cobaias através da manipulação laboratorial de embriões. Para o advogado, a vida se inicia com a fecundação, ou seja, com a penetração do espermatozóide no óvulo, dando origem ao zigoto, a primeira célula de um novo indivíduo humano.
Para a CNBB, as células-tronco embrionárias de outros mamíferos que não o homem podem ser utilizadas para entender os processos de diferenciação celular e de desenvolvimento dos seres humanos. É inadmissível, no entanto, que essas pesquisas sejam praticadas com células humanos porque fere o princípio do respeito à vida.

Gandra argumenta que existem novas metodologias para a obtenção de células semelhantes às células tronco-embrionárias a partir de tecidos adultos. O próprio responsável pela criação da ovelha Dolly, Ian Wilmut, anunciou publicamente, em novembro de 2007, que ele e sua equipe aderiram a essas metodologias por considerá-las com maior potencial terapêutico do que a clonagem de embriões. A reprogramação de células adultas do próprio paciente teria ainda menos chances de rejeição do que a feita a partir de células de embriões.

Deixe um comentário »

Para a CNBB, as pesquisas devem ser proibidas

Ives Gandra é um dos advogados que defendem os interesses da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A instituição, que se opõe às pesquisas com células-tronco embrionárias, enviou aos ministros do Supremo Tribunal Federal um manifesto pedindo que esse tipo de estudo seja proibido no Brasil. Em linhas gerais, Gandra defende que os seres humanos não devem ser transformados em cobaias através da manipulação laboratorial de embriões. Para o advogado, a vida se inicia com a fecundação, ou seja, com a penetração do espermatozóide no óvulo, dando origem ao zigoto, a primeira célula de um novo indivíduo humano.
Para a CNBB, as células-tronco embrionárias de outros mamíferos que não o homem podem ser utilizadas para entender os processos de diferenciação celular e de desenvolvimento dos seres humanos. É inadmissível, no entanto, que essas pesquisas sejam praticadas com células humanos porque fere o princípio do respeito à vida.

Gandra argumenta que existem novas metodologias para a obtenção de células semelhantes às células tronco-embrionárias a partir de tecidos adultos. O próprio responsável pela criação da ovelha Dolly, Ian Wilmut, anunciou publicamente, em novembro de 2007, que ele e sua equipe aderiram a essas metodologias por considerá-las com maior potencial terapêutico do que a clonagem de embriões. A reprogramação de células adultas do próprio paciente teria ainda menos chances de rejeição do que a feita a partir de células de embriões.

Deixe um comentário »

Embrião humano

Tem sido interessante observar as vicissitudes que os defensores da pesquisa com células tronco embrionárias vêm adotando.

A princípio, centralizavam-se na argumentação de que a vida humana não começa na fecundação, mas em etapas posteriores: nidação, ou seja, chegada ao útero; formação do sistema nervoso; etc.

Diante da evidência de que o zigoto, célula primeira resultante da união do espermatozoide com o óvulo, por si mesmo, sem qualquer interferência da mãe ou do pai, desenvolve-se à formação dos vários e próprios sistemas, normalmente a culminar no nono mês da gestação, focam , agora, o destino dos embriões congelados em clínicas reprodutivas.

Por esse viés de argumentação melhor sorte não têm.

De pronto é de se considerar grave omissão do Ministério da Saúde no tema.

Nenhuma palavra foi dita pelo Senhor Ministro no transcorrer do debate.

Se o próprio artigo 5º diz que as pesquisas incidem sobre “embriões congelados há 3 anos, ou mais ”, imperativo se faz o controle do Ministério da Saúde sobre as clínicas de reprodução assistida criando banco de dados, onde estejam catalogadas todas que operam em nosso País, e , mantido o mais absoluto sigilo, o registro de origem, chegada e destino (se congelados ou implantados) dos embriões, inclusive os valores pecuniários envolvidos no contrato.

Fora daí, como saber-se se os embriões congelados datam de mais de três anos?

A discussão deve ter, por consectário claro, a suspensão da inércia do Ministério da Saúde em relação às clínicas de reprodução assistida.

O tema central do debate está, verdadeiramente, em marcar-se o início da vida humana.

Se a Constituição Federal, como princípio fundamental afirma “a dignidade humana”, e como direito fundamental “a inviolabilidade do direito à vida”, óbvio que há de se definir quando começa a vida para que, por ser digna, seja inviolável.

Por mais – e isso não foi até hoje contestado – casos há de embriões humanos congelados por 5, 7, 12 anos que vivem, agora, no estágio de crianças, ou no de jovens, por que somos nós, primeiramente, embriões, depois fetos , bebês, crianças, jovens, adultos e velhos.

A afirmação é: não se pode matar a vida, ainda que em estágio embrionário, a pretexto de cura.

A um, porque no caso das células embrionárias não há, no mundo, a comprovação de resultado terapêutico favorável.

A dois, porque aberto fica amplíssimo horizonte de pesquisas científicas com as chamadas células tronco adultas, que já apresentam resultados terapêuticos favoráveis.

Aliás, a evolução da ciência é fator inconteste. Hoje, já se sabe que o cordão umbilical é fonte importante à pesquisa da medicina regenerativa, dada a possibilidade real de pluripotência, que encerra.

E mais, em dias recentes o método científico Reprogramação Genética de Células Adultas do próprio paciente encaminha para a obtenção das propriedades de totipotência nas células adultas, sem que se comprometa o embrião humano.

Reitero, a procedência da Ação Direta de Inconstitucionalidade significa cessar uma única linha de pesquisa, propiciando permaneça presente amplo leque de pesquisa.

Assim, a Ação Direta de Inconstitucionalidade em nada compromete a liberdade de pesquisa, até porque liberdade não há quando signifique eliminar vidas humanas na etapa embrionária.

A vida humana é dinamismo essencial inesgotável.

Do embrião ao ancião seja-nos permitido vivê-la.

Deixe um comentário »

Porque as pesquisas com células-tronco embrionárias devem ser permitidas no Brasil

l

1) A Lei de Biossegurança permite que embriões congelados há mais de 3 anos, que nunca entrarão em contato com um útero materno e se autorizado pelos genitores, sejam utilizados em pesquisas que buscam o tratamento para doenças hoje incuráveis ao invés de descartados. Um embrião produzido em laboratório, sem condições de se desenvolver mesmo se implantado no útero de uma mulher, pode ser considerado uma pessoa humana?

2) Pesquisas com células-tronco adultas não substituem os estudos envolvendo células-tronco embrionárias. É contraproducente para a ciência discussões especulativas sobre qual o “melhor” tipo de célula. Células adultas e embrionárias possuem potencial distinto e aplicações idem. É justamente por isso que a grande maioria dos cientistas brasileiros que trabalham com células-tronco adultas também são a favor das pesquisas com células-tronco embrionárias.

3) Não sabemos quando a sociedade irá se beneficiar de fato das terapias com células-tronco, adultas ou embrionárias, para infarto, diabetes, lesão da medula espinhal, derrame, Parkinson etc. Com exceção do tratamento de leucemia e doenças sangüíneas, tudo mais o que é realizado com células-tronco adultas ainda é experimental, está em fase de testes, não pode ser considerado tratamento estabelecido, mas como foram descobertas na década de 1960, estudos a seu respeito estão mais avançados. É exclusivamente por esse motivo que as pesquisas com embrionárias, descritas há somente 10 anos, estão numa fase anterior de desenvolvimento. Trata-se, portanto, de uma questão de tempo. Cabe mencionar aqui que experimentos em animais indicam um potencial terapêutico inigualável para as células-tronco embrionárias humanas, mesmo quando comparadas às células-tronco adultas! O que pode-se afirmar é que nenhuma terapia estará disponível se não houver liberdade para as pesquisas e incentivo ao progresso científico.

4) Países que aprovam e realizam pesquisas com células-tronco embrionárias humanas incluem a Austrália, Inglaterra, Bélgica, Dinamarca, Coréia do Sul, Espanha, Singapura, Suécia, Suíça, Taiwan, Finlândia, França, Índia, Islândia, Grécia, Israel, Japão entre outros. Nos Estados Unidos a pesquisa é permitida, desde que não realizada com financiamento federal. Se a Lei de Biossegurança for revogada, o Brasil estará mais uma vez em desvantagem e dependente dessas nações. Países que proíbem a pesquisa com células-tronco embrionárias são poucos: Lituânia, Áustria, Irlanda e Itália. A Alemanha permite a pesquisa com células-tronco embrionárias criadas antes de 2002.

(Stevens Rehen)

Comentários (1) »

JOGOS PARA MENINAS !!!!!!!!!!!!!!

Esses sites são muito legais são dois sites o primeiro é girlsgogames e o segundo é jogos de barbie games para meninas.

para acessar o primeiro cite clique aqui .

para acessar o segundo site clique aqui

Comentários (4) »

LIZZIE MAGUIRE

Esse vídeo é uma menina que vira cantora.

Deixe um comentário »