Arquivo para Fevereiro, 2008

piano.jpg

O piano) é um filme áustralo-franco-neozelandês de 1993, do gênero drama e escrito e dirigido pela neozelandesa Jane Campion.

O filme é considerado um dos expoentes do cinema da década de 1990.

Índice

[esconder]

//

[editar] Sinopse

O piano retrata a sofrida trajetória de “Ada McGrath”, uma mulher que não fala desde os seis anos de idade e se muda para a Nova Zelândia recém-colonizada. Em companhia da filha, ela conhece seu futuro marido, com o qual não se simpatiza. Para piorar a situação, o noivo, “Alisdair Stewart”, recusa-se a transportar o piano de Ada, que é sua maior paixão. Porém, o administrador “George Baines”, imediatamente interessado na mulher, adquire o instrumento e promete devolvê-lo caso ela lhe ensinasse a tocá-lo. Com o tempo, as tais aulas de piano vão se tornando encontros sexuais e os dois acabam descobrindo o verdadeiro amor.

[editar] Elenco principal

Deixe um comentário »

NARUTO SHIPPUDEN 48 REAL 1/3 WITH

Deixe um comentário »

Filminho infantilzinho que quer????????????????? eu sim

Rua Sesamo – Gualter e a Festa de Anos

Sketch da Rua Sesamo
Categoria: Entretenimento
Tag’s: Rua Sesamo RTP Gualter Festa de Anos infantil aniversario familia family Barrio Plaza Sesame Street Portugal
Tempo:
Visto: 0 veze(s)
Donwloads: 0 veze(s)

Adicionar Playlist

 

Deixe um comentário »

Deu a luca na cinderela kkkkkkk

deu_a_louca_na_cinderela.jpg

Sinopse: Aliança de malfeitores liderados por Frieda (Sigourney Weaver) está disposta a dominar a Terra Encantada. Mas Frieda terá à sua frente a própria enteada, a jovem Ella (Sarah Michelle Gellar), que percebe que a madrasta quer arruinar toda a existência dos contos de fada. Assim, Ella encara o desafio de se tornar a líder da resistência contra a legião diabólica.

Gênero: Desenho
Áudio: Português
Formato: DVDrip
Tamanho: 547Mb

Deixe um comentário »

sherek especial de natal!!!!!!!!!!!!!!!!!!


shrek-the-halls.jpg

# Áudio – Inglês
# Legenda – Português
# Tamanho – 70 Mb
# Formato – Rmvb

easypng.png

rapidsharepng.png

Deixe um comentário »

Visitem esses blogs !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Para acessar o primeiro link do blog sensacionalamiguino clique aqui.

Para  acessar o segundo link do blog cxenofonte clique aqui

Deixe um comentário »

A quimica

Química (do egípicio kēme (chem), significando “terra”) é a ciência que trata das substâncias da natureza, dos elementos que a constituem, de suas características, propriedades combinatórias, processos de obtenção, suas aplicações e sua identificação. Estuda a maneira que os elementos se ligam e reagem entre si, bem como, a energia desprendida ou absorvida durante estas transformações.

Deixe um comentário »

O blog da semana acessem o site!!!!!!

O blog da semana e um blog com boas noticias coloque mensagens sobre isso para acessar o site clique aqui

Deixe um comentário »

O pior são os estados

Os cartões de crédito foram introduzidos sob o argumento de que permitiriam uma redução dos custos de transação em compras emergenciais e/ou de pequena monta. A única forma de avaliar se esse uso tem sido ou não eficiente é pela comparação entre os preços unitários praticados com seu emprego (quanto custa um resma de papel para impressora, por exemplo) e os preços unitários praticados no processo de compra por licitação pública. Tais números comparativos ainda não apareceram, de forma que qualquer opinião a esse respeito será especulação.

O fato de uma ministra ter realizado compras em free-shop com o cartão de crédito não significa necessariamente que todo mundo faça isso, embora a vastidão dos saques em dinheiro (espantosos 75% de todos os gastos saíram assim) não autorize grande otimismo. Para que se consiga determinar a vulnerabilidade dos cartões a esse tipo de desvio de finalidade, seria preciso conhecer os números agregados. Qual é a porcentagem de detentores de cartões que os usaram de forma irregular? Tais números tampouco estão disponíveis.

O fato de as despesas com cartões estarem publicadas no Portal da Transparência (juntamente com praticamente toda a execução orçamentária do Executivo federal, excetuando-se gastos com a Presidência, uma lacuna antiga e absurda) não parece ter estimulado indagações suficientemente agudas a respeito do que fazem estados e municípios. Por exemplo, em São Paulo, estado que gera 32% do PIB brasileiro, cerca de 50 mil agentes públicos portam cartões de débito. Em 2007, as despesas realizadas com esses cartões superaram os R$ 100 milhões (mais do que o gasto com os cartões do governo federal). Quase 45% desse montante saiu como retirada em dinheiro vivo. Minas Gerais é outro estado em que se usam cartões, sendo bem provável que a prática tenha sido adotada em outros estados e municípios. Pois bem: será que os governos desses estados e municípios publicam alguma coisa na Internet? A resposta é não. Governos estaduais e municipais são buracos negros.

Tendo em vista a enormidade de recursos de que dispõe, o governo paulista leva o prêmio de opacidade governamental. Muito pouco de relevante se publica a respeito do desempenho do governo. Já propaganda disfarçada é o que não falta.

Sem informação, não há condições de se realizar controle independente. Nesse sentido, o governo federal está quilômetros à frente.

Deixe um comentário »

Cartão Corporativo: como utilizá-lo?

cartao-corporativo.jpg

O cartão de crédito é um instrumento de pagamento utilizado no mundo inteiro, por pessoas físicas e jurídicas, por governos e iniciativa privada. É indiscutível que o seu uso constitui um procedimento administrativo moderno e mais eficaz do que ” as caixinhas ” que alguns servidores públicos eram obrigados a manter decorrentes dos “suprimentos de fundos”. As facilidades geradas pelos cartões corporativos aliadas aos seus limites e controles precários – desde a implantação em 2001- propiciaram os abusos, da tapioca ao Copacabana Palace.
A essência da discussão retomada neste momento é, ao meu ver, sobre o uso ético dos recursos públicos, debate que Marcus Tullius Cícero travou em Roma , 55 a.C., quando disse que “o orçamento nacional deve ser equilibrado…. e a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada….”.

Em tese, todas as vezes em que um funcionário da União, dos Estados e dos Municípios, valem-se de recursos públicos ( financeiros ou materiais) para benefício próprio ou vantagem pessoal, em prejuízo do interesse da sociedade ( que paga os seus salários) estará infringindo o Estatuto e o Código de Ética do Servidor Público, podendo ainda estar cometendo crime de improbidade administrativa.

Os princípios constitucionais da Administraçào Pública são: a legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência. Acrescentaria a esses, o princípio da economicidade, sobretudo em se considerando os problemas sociais e as desigualdades que o Brasil possui. Muitas vezes, entretanto, os limites entre o legal e o imoral ou entre o essencial e o extravagante, são tênues.

Não creio que a “liturgia do cargo” exija que uma autoridade hospede-se, sempre, em um hotel cinco estrelas com diárias de até dois salários mínimos e que só possa deslocar-se em veículos oficiais ou alugados. Essa ostentação não tornará a autoridade mais competente nem a fará mais respeitada. Não raras vezes, a mesma autoridade que com recursos públicos se hospeda nos mais caros hotéis do País, quando de férias, viajando com a família, hospeda-se em pousadas ou na casa da sogra…

Um bom conselho para as nossas autoridades federais, estaduais ou municipais, em qualquer época, em qualquer governo, vem do bom senso. Na dúvida, seja austero. Indague a si mesmo se com o seu cartão de crédito pessoal faria exatamente a mesma coisa que pretende fazer com o cartão corporativo. Lembre-se que o Estado não gera qualquer centavo. Ao contrário, utiliza os recursos dos impostos, taxas e contribuições pagos pela sociedade. Em outras palavras, o funcionário público (do mais humilde ao Presidente da República) é pago pela sociedade para agir em nome dela. Se não souber utilizar o cartão corporativo, merece um cartão vermelho.

Quem pensa que o dinheiro público não tem dono, está enganado. Os donos somos todos nós.

Deixe um comentário »